Aos 51 anos, Flávia Machado enfrenta a retinose pigmentar, doença genética que compromete progressivamente a visão. Família busca arrecadar R$ 92.500 para viabilizar consultas, exames e acompanhamento especializado fora de Alagoas.

Uma família de Maceió está mobilizando uma campanha solidária para ajudar Flávia Machado de Lima Soares, de 51 anos, diagnosticada com retinose pigmentar, uma doença genética rara que provoca a degeneração progressiva das células da retina e pode levar à perda severa da visão.

Diante do diagnóstico e da necessidade de buscar atendimento especializado fora de Alagoas, familiares e amigos iniciaram uma mobilização para arrecadar R$ 92.500,00, valor destinado a consultas, exames, acompanhamento médico especializado e despesas com deslocamento.

A campanha está sendo conduzida pela filha, Ana Flávia Machado, jornalista e especialista em Comunicação Estratégica, que decidiu tornar pública a situação da mãe diante da urgência de buscar assistência especializada e das dificuldades financeiras enfrentadas pela família.

A retinose pigmentar ainda não possui cura estabelecida. Embora existam pesquisas e avanços científicos voltados a determinadas formas da doença, o acompanhamento especializado é fundamental para avaliar o quadro clínico, investigar possibilidades terapêuticas e orientar os cuidados necessários.

“Nunca imaginei que precisaria recorrer a uma campanha solidária para cuidar da saúde da minha mãe. Estamos diante de uma situação que exige rapidez, e não temos condições de custear tudo sozinhos. Como filha, estou fazendo tudo o que está ao meu alcance para que ela tenha acesso à assistência de que precisa. Cada contribuição e cada compartilhamento representam uma esperança para nossa família”, relata Ana Flávia.

A família também faz um apelo à população, aos profissionais da imprensa e às instituições que possam contribuir com a divulgação da campanha.

Como ajudar

Meta de arrecadação: R$ 92.500,00

Chave Pix: [email protected]

Titular: Flávia Machado de Lima Soares

Qualquer valor pode contribuir para que a família avance na busca por atendimento especializado. Quem não puder doar também pode ajudar compartilhando a campanha.