Pelo menos em parte do estado.
O processo de privatização, também chamado de “concessão”, resultou num serviço de baixa qualidade e sem o atendimento prometido pela empresa felizarda.
A prefeita do Pilar, Fátima Canuto, solicitou ao presidente do consórcio da Região Metropolitana, prefeito André Bocão, de Marechal Deodoro, a convocação de uma assembleia extraordinária para debater o tema – e ainda este ano.
A BRK é campeã de reclamações na ARSAL e no Procon, exatamente pelos serviços de baixa qualidade que oferece, sem que a fiscalização tenha força para puni-la exemplarmente.
O novo governador – JHC - tem por obrigação rever o contrato com a empresa, exigindo o cumprimento do que está estabelecido em contrato – o que não se resolveu com a dinheirama paga ao governo, na era Renan Filho, e às prefeituras – na marra, por decisão do STF.
Não é fácil, mas é necessário.
