Candidato a vice-presidente na chapa encabeçada por Flávio Bolsonaro (PL), o deputado federal Alfredo Gaspar (PL) participou, no começo da tarde desta terça-feira (13) de um encontro com vereadores de Alagoas, no Maceió Mar Hotel, na Ponta Verde. Em coletiva à imprensa, ele falou sobre segurança pública, fim da escala 6x1 e resultado das urnas.
Questionado pelo CadaMinuto sobre os projetos para segurança pública, Alfredo – que já foi secretário da pasta em Alagoas – afirmou que ele e Flávio decretarão guerra ao crime organizado.
“Enquanto Lula alisa a cabeça de vagabundo, terrorista, criminoso, enquanto o crime organizado proíbe as comunidades de fazer campanha para Flávio, porque é tudo parceiro, rime organizado e Lula, PT, são parceiros. Enquanto isso, nós vamos decretar guerra ao crime organizado. Bandido vai ter tratamento duro. Não vamos passar a mão na cabeça de criminoso. Bandido tem que fazer campanha mesmo para o outro lado, porque a gente, quando assumir o governo, bandido vai pedir pra sair do país”, destacou.
Em relação ao fim da escala 6x1, Alfredo lembrou que, muito antes de ser convidado para fazer parte da chapa presidencial, votou a favor do fim da escala 6x1, “um direito e uma garantia do trabalhador apoiados por Flávio Bolsonaro".
“Flávio nunca foi contra o fim da escala 6x1. Ele defendia, como continua falando, uma liberdade maior de negociação. Mas se o que está posto é um direito que, infelizmente, o trabalhador não teve durante muito tempo, ele já deixou claro, e de forma definitiva, que é a favor do fim da escala 6x1. Dizer que ele é contra é mais uma fake news que a esquerda está espalhando, como tantas outras. A CLT tem que ser fortalecida. A esquerda está desesperada. Não fez nada pelo povo e agora está trazendo a indústria da fake News”, argumentou o candidato.
Sobre as expectativas para o segundo turno em Alagoas, Gaspar afirmou que o estado está dando uma mensagem importante: quer ter um alagoano na presidência e garantiu que, como vice-presidente, irá fortalecer a infraestrutura e as políticas públicas para os alagoanos.
O candidato destacou sobre o encontro com os vereadores, frisando que se trata da classe política que está mais perto da população, e voltou a dizer que as urnas deram um recado claro ao país.
“As pessoas querem mudança, um novo tempo para o Brasil e isso exige um novo presidente. O que está aí há 20 anos, não conseguiu reduzir a corrupção, o crime organizado, o custo de vida... A taxa de juros é a maior do mundo e a dívida pública está em mais de R$ 11 trilhões. O recado das urnas é: queremos um novo rumo para o Brasil, um novo presidente”, concluiu.
*Estagiário, sob a supervisão da editoria
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