A Comissão de Amigos de Cláudia Pollyane divulgou, neste domingo (11), uma nota manifestando indignação com o voto do desembargador Tutmés Airan de Albuquerque Melo durante o julgamento realizado pelo Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL).
O magistrado foi contrário à prisão preventiva de Maurício Anchieta de Souza e Jéssica da Conceição Vilela, mas a Câmara Criminal acolheu, por maioria, o recurso interposto pelo Ministério Público de Alagoas (MPAL).
Após o julgamento, a defesa buscou contestar a decisão apresentando embargos infringentes e de nulidade.
De acordo com a comissão, a divergência registrada no colegiado é relevante para a discussão sobre o cabimento do recurso.
O texto também destaca que o posicionamento contrário à prisão preventiva causa indignação por causa da gravidade do caso e das circunstâncias que envolvem a morte de Cláudia Pollyane.
A comissão considera necessário que o entendimento adotado por Tutmés Airan seja questionado publicamente e defende que decisões de grande relevância sejam examinadas com rigor exigido pelo processo.
O grupo reafirma que irá continuar acompanhando os desdobramentos do caso e cobrando justiça para Cláudia Pollyane, com esclarecimento dos fatos e responsabilizando os considerados culpados, conforme o processo legal.
