Esta ativista lembra do rictus, ou um malversado ensaio,  de um provável, talvez, enigmático, sorriso da Monalisa pregado, colado, nos lábios nervosos, tipo nexo do desconexo,  do candidato, em rede televisiva e se embaralha com o flagrante  desconhecimento ululante sobre os nossos biomas, que se tornam  diversos e complexos, até, na interpretação mordaça metafórica:
- É isso que temos pra hoje?

Desesperar, jamais!

Salve, Alagoas!