Diferentemente da maioria dos eleitores, eu faço a primeira busca entre os candidatos a deputado - estadual e federal.

É muito antiga a minha preocupação com o parlamento, em qualquer nível, até porque o que temos visto por esses tempos, no plano nacional, estadual e municipal é quase desesperador, com algumas poucas exceções.

Admito que este ano foi mais difícil escolher, pela mixórdia partidária, que junta todo tipo de político sob o mesmo guarda-chuva, mas cheguei aos nomes que devo confirmar na urna.

Os candidatos majoritários, e de há muito, escolho por exclusão, não levando em conta quem possa ganhar ou perder.

Creio que sou um eleitor “racional”, que não deixa de votar nem vota em branco, mas sem as paixões de outros tempos.

Acho que a política vai muito além das disputas eleitorais, e seu melhor território não está nos partidos, cada vez mais sem critérios, promovendo ajuntamentos que nos pareceriam, em outros tempos, improváveis.

Para fechar: a campanha em Alagoas - nacionalmente é diferente - em que eu me envolvi mais, e emocionalmente, em que investi minha melhor esperança foi a de José Costa, em 1982, ao governo do estado.

Não deu certo, é verdade, mas como valeu a pena!