É impressionante a movimentação para a conquista de “novos” apoios no interior do estado, principalmente.
A essa altura, quem tem prefeitos cuida de preservá-los como garantia de êxito eleitoral.
Mas e o que corre, agora?
Suplentes de vereadores estão valorizadíssimos no mercado de votos, mesmo que só tenham influência sobre algumas poucas centenas de eleitores.
Tem candidato que mapeia cada município, para ver a votação dos tais suplentes para negociar com eles.
Os métodos de conquista são os tradicionais – que continuam dando certo.
Os vice-prefeitos também estão sendo alvos do assédio de candidatos que ainda buscam uma votação mais expressiva, mas eles já são mais raros a essa altura.
E qual será o limite?
Numa resposta quase direta: o céu ou o inferno – a depender da visão do leitor e da leitora.
