Ainda que eu não me atenha a números neste momento, a eleição em Alagoas começou a “pegar”, segundo as pesquisar, mesmo as internas.

Essa é uma eleição nova, híbrida, com as redes sociais assumindo um espaço que era da mídia tradicional e da campanha de rua.

Esta última, ressalte-se, serve quase que exclusivamente para gerar imagens para as redes dos candidatos e para os programas de televisão.

As multidões “de plástico”, como diz o colega Carlos Melo, vão se formar na medida do quanto cada candidato está disposto a gastar, até porque os chamados eleitores apaixonados dificilmente vão para as ruas espontaneamente. Eles de conectam pelas redes. 

O lado positivo: há tempo que os candidatos majoritários deviam uma disputa para valer, onde cada voto conquistado conta (como Téo Vilela x JL, em tempos outros).

Começam agora a pagar.