Bata ver a propaganda da imensa maioria dos candidatos em Alagoas, com as boas e notáveis exceções, que eles não são eles.
Pode-se até dizer que eram assim, mas não são mais.
Outros haverão de remeter a procedimentos estéticos que, em verdade, eles não chegaram a realizar.
O impressionante é a imensa diferença entre o que chega ao público e o modelo da fotografia.
Dir-se-ia que, no máximo, eles seriam parentes – quem sabe, de segundo grau.
A questão em análise é: isso pode ser enquadrado como falsidade ideológica?
Afinal, o eleitor (a) estará votando, majoritariamente, em alguém que não existe.
Com a palavra o TRE - que pode, se quiser, apurar a verdade dos fatos e das fotos.
