O empresário-agropecuarista, candidato ao Senado por Alagoas, é um político de carreira.
Tem 9 mandatos e, anos a fio, vem oportunizando a egolatria do poder.
O sistemático poder que é eurocêntrico e sequelado, e como o povo pobre, tutelado, colonizado é despolitizado, e, ainda, acredita no ‘branco salvador’, tipo Deus-Patria-Família, então, está tudo bem
Alheio a TODAS-TODAS-TODINHAS, causas sociais, o candidato ao Senado, empresário, agropecuarista ‘tá-nem-aí’, para a política dos direitos humanos, e mesmo assim se auto-declara pardo.
Segundo o IBGE, as ‘categorias’ pardo e preto’ formam a população negra brasileira, cujo percentual é tipo: ‘somos nós que elegemos’, mas, não ocupamos os espaços de decisão.’.
A pauta do empresário, agropecuarista, candidato ao Senado, por Alagoas que é um parlamentar prolixo , esfomeado por poder-poder-poder, e ligado a partidos políticos, ex-tre-ma-men-te, conservadores, de direita, nunca, nunquinha apresentou um único projeto sobre direitos da população negra, educação e diversidade.
Ôxe, e esse pardismo declarado é marketing político, é?
Vixe, Maria!
A direita brasileira, perniciosa, danosa à nossa frágil democracia, não hegemônica, ( Xô!Xô! Xô!Xô!), não suporta negr@s, toda família LGBT, deficientes, mulheres, diversidade, além, nos exige subserviência.
Sim, senhor!
A hegemonia da direita brasileira é padrão, e esse padrão não comporta o direito à existência das populações que não tem o berço capitalista, como privilégio.
O empresário, agropecuarista, candidato ao Senado, por Alagoas, pode até se declarar pardo, mas, negro ele nunca foi.
Ora, ora a direita descreve a população quilombola como uma utilitária arroba reprodutora do voto.
A Direita Brasileira!
