É a primeira vez que eu ouço a expressão aplicada à política eleitoral.
O que me contam: cabos eleitorais – na capital e no interior – estão cobrando o valor acima para começar a trabalhar em “auxílio” aos candidatos a deputado estadual.
As luvas são o primeiro pagamento, antes, portanto, do engajamento na campanha do pagante.
O que tem ocorrido?
O candidato até consegue pagar as tais luvas, mas se engasga na sequência.
Tem cabo eleitoral que, pela concorrência em relação ao seu trabalho, está cobrando R$ 1 mil por voto.
Claro: fora as luvas.
