Nem bem estreou como candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro (PL), o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL) já passou a enfrentar uma série de questionamentos e críticas relacionados à sua trajetória política.
Em sites simpáticos ao PT e nas redes sociais, voltaram a circular informações sobre investigações, inquéritos e avaliações políticas envolvendo o parlamentar.
1 - O Tribunal de Contas da União (TCU) abriu, este ano, uma auditoria para apurar a destinação de R$ 6 milhões em recursos enviados ao município de São José da Laje por meio de emendas Pix (leia aqui).
2 - Também voltou a ser citado o inquérito que investiga uma suspeita de estupro de vulnerável. Alfredo Gaspar nega a acusação, afirma ser vítima de perseguição e diz ter se submetido a exame de DNA para comprovar sua inocência (leia aqui).
3 - Foi noticiado ainda que membros do PL avaliam que a escolha de Alfredo Gaspar "possui potencial limitado de transferência de votos, baixa projeção nacional e pouca capacidade de reduzir a rejeição da candidatura junto ao eleitorado feminino" (leia aqui).
4 - Ainda foi divulgado que integrantes do mercado financeiro, ouvidos sob reserva, consideram que Flávio Bolsonaro perdeu a oportunidade de ampliar a chapa com um nome feminino e, de preferência, filiado a outro partido (leia aqui).
E ainda não entrou no debate político um aspecto lembrado por adversários de Alfredo Gaspar: sua ascensão política ocorreu durante os governos de Renan Filho (MDB).
Nesse período, foi nomeado procurador-geral de Justiça, comandou a Secretaria de Segurança Pública e disputou a Prefeitura de Maceió, em 2020, pelo MDB, com o apoio do grupo político liderado pelo então governador.
