Por mais que JHC faça o tipo “tô nem aí”, ele há de saber – ou alguém diz a ele – que na equação de um candidato a governador a ausência de aliados em áreas fundamentais não fecha o cálculo.
Claro: estamos falando de pessoas comuns, e não de semideuses (?).
Fato concreto: Arthur Lira pode, sim, ser um personagem fundamental para os objetivos caldistas, mesmo que o ex-prefeito de Maceió aponte que ele não lhe dá uma só prefeitura entre as dezenas que o apoiam.
Fica difícil imaginar JHC no interior andando apenas com as próprias pernas.
Ou não?
