Eles são 6 adolescentes, duas meninas e 4 meninos, estudantes do primeiro ano do ensino médio, da tradicional Escola Maria Montessori, localizada no bairro do Farol, em Maceió.
Tem a Alice, Lucas, Plínio, Mateus, Rodrigo, Alice, Ludmila.
Quem primeiro chegou representando a equipe de 6, foi a Alice, que encontrou esta ativista, Arísia Barros, coordenadora do Instituto Raízes de Áfricas, nas redes sociais e fez o convite:- ‘Temos uma apresentação no Culturat da escola, e nossa turma ficou com o Podcast cujo tema é “O legado afro-brasileiro e o combate ao Racismo Estrutural’, pesquisamos um nome referência, em Alagoas e encontramos a senhora.
Aceita nosso convite?’
Respondi pra Alice que é sempre uma honra contribuir com jovens, que se desafiam a sair da zona de conforto e propor reflexões importantes sobre o racismo socialmente,internalizado.
Mesmo sendo esta ativista, a entrevistada, mudamos facilmente os papéis e trocamos boas ideias, com as notas dominante das realidades díspares, na questão racial. A conversa fluiu e nos encantamos.
Achei importantíssimo o auto-reconhecimento de meninas e meninos, de que vivem em uma confortável bolha social.
Consciências!
Conhecer essa equipe de estudantes e partilhar saberes e vivências foi muito bom.
Trouxe não só afirmação de afetos, como uma certa expectativa de que o Podcast das meninas e meninos do Colégio Maria Montessori pode deixar de ser dever de casa para virar lição de vida cotidiana.
Alice, Lucas, Plínio, Mateus, Rodrigo, Alice, Ludmila, obrigada pelo convite.
Esta ativista agradece.
Agradecer também ao cabra do Estúdio, o Messias ( acertei o nome, menin@s?)




