Como está publicado aqui, no Cadaminuto, o prefeito encaminhou à Câmara de Vereadores de Maceió três pedidos de empréstimo que totalizam R$ 500 milhões.

Esse tipo de matéria sempre enseja um intenso debate com os vereadores, como aconteceu com JHC no final do ano passado.

Precisou, lembremos, de uma intervenção mais dura do ex-secretário Júnior Leão, encarregado das negociações entre o ex-prefeito e os vereadores.

Cunha, é bem verdade, herdou a bancada governista na Casa de Mário Guimarães, mas só saberá agora o tamanho do apoio que conta por lá. 

As operações são: 

- R$ 150 milhões, junto ao BNDES, recursos destinado “à implementação de ações estruturantes voltadas à modernização da gestão pública municipal, ao fortalecimento da segurança urbana, à transformação digital dos serviços públicos e ao aumento da resiliência climática da Cidade de Maceió.”

- Também junto ao BNDES, no valor de R$ 97.235.769,26, também  “destinado à execução de ações estratégicas voltadas ao fortalecimento da resiliência climática e ao desenvolvimento urbano sustentável do Município de Maceió”

- O terceiro pedido diz respeito à contratação de uma operação de crédito externo junto à Corporação Andina de Fomento – CAF, com garantia da União, até o montante de US$ 48.000.000,00 (quarenta e oito milhões de dólares norte-americanos), “destinada à implementação do Programa Maceió Cidade Conectada”.

O CAF é a mesma instituição que financia a construção do Mercado Público de Maceió.

Imagina-se que esses recursos não chegarão à prefeitura de Maceió este ano.