A definição jurídica sobre a realização de novas eleições para os cargos de prefeito e vice-prefeito no município de Piaçabuçu foi adiada pelo Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE-AL).
Três processos de embargos de declaração que tratam de acusações de abuso de poder, conduta vedada e captação ilícita de sufrágio na região tiveram o julgamento suspenso após pedido de vista do desembargador Ney Costa Alcântara.
O caso envolve diretamente Carlos Ronalsa Beltrão Coelho da Paz e Rymes Marinho Lessa.
Em seu posicionamento, o relator dos processos, desembargador Sóstenes Alex Costa de Andrade, votou pela rejeição dos embargos apresentados pelos réus.
Paralelamente, o relator votou pelo acolhimento parcial dos embargos interpostos pela coligação opositora.
O voto do relator estabelece que a convocação de novas eleições majoritárias no município de Piaçabuçu ocorra somente após o esgotamento de todas as instâncias ordinárias no âmbito do próprio tribunal regional.
Com o pedido de vista formulado pelo desembargador Ney Costa Alcântara, o julgamento foi paralisado e não há nova data definida para a resolução do caso.
A decisão final da Corte definirá se Piaçabuçu passará por um novo pleito eleitoral ou se os atuais gestores responderão em definitivo no cargo até o trânsito em julgado.
