Tem sido intensa a movimentação de setores que andavam distantes da disputa eleitoral, a exemplo de sindicatos e outras associações.
Talvez porque o Partido dos Trabalhadores, a quem essas entidades sempre foram mais ligadas, esteja entranhado no governo do estado.
E não é de agora.
No entanto, a “cassação” do agora ex-deputado Paulão está provocando um ressurgimento de lideranças e associações de classe dispostas a brigar pelo mandato do petista histórico. Principalmente se não for só de “manifestos”, mas de ações práticas.
É, aliás, a única chance de Paulão retomar (nas urnas) o seu lugar na Câmara Federal, já que ele não tem nem redutos nem grana.
É ver.
