Oscar Henrique  Cardoso é um homem negro, gaúcho, intelectual, 55 anos, com quase um metro e 80 de altura e um olhar carismático, humanizado para as coisas do mundo.

Oscar é um profissional de mão cheia, suas competências cabem em mais de dez dedos das mãos.

Jornalista, radialista, escritor , editor, cantor, mestre de cerimônia e lançador de muita gente boa na literatura gaúcha negra, Oscar Henrique tem um diferencial , que exige aplausos entusiastas: é um filho único precioso  que cuida da mãe velha, com um zelo fora do comum.

O pai de Oscar morreu há um tempo é foi ele o cuidador do patriarca.

Na época as  enfermeiras já discutiam comigo de igual para igual, porque aprendi os cuidados necessários para lidar com a enfermidade do meu pai, que apesar, faleceu- afirma..

Todas as coisas tem seu tempo.

No ano que passou, esta ativista acompanhou online, o percurso dos cuidados, que o cabra passou com a mãe de 85 anos, portadora de  um AVC e  55 dias hospitalizada.

Ao encontrar Oscar Henrique Cardoso,ao vivo e a cores, no sábado friorento, 4 de julho,  em Porto Alegre, no 6º Congresso Internacional de Educação, Saúde e Igualdade Racial fiz um convite-ultimato:- Vamos tomar uma cerveja ,e, é por minha conta.

Sabe, porque?

Oscar Henrique  Cardoso é uma cabra sensacional e gente assim precisa ser celebrada, cotidianamente.

Ele cuida da mãe velha,de forma ancestral, afetiva e prazer inenarrável.

E pessoas como Oscar Henrique, merecem ser celebradas e ‘cuidadas’,  todos os dias.

Cuidador@s precisam ser cuidados.

Humanidades!

O Brasil é um país que envelhece, de uma forma célere

 Segundo as pesquisas, em 2030 teremos mais pessoas velhas do que jovens.

E onde estão as políticas públicas ,tendo como base o envelhecimento populacional?

A sociedade precisa discutir sobre isso.

Eis, a questão!

 A coordenadora do Instituto Raízes de Áfricas , Arísia Barros, está em Porto Alegre, representando Alagoas, graças a rede de apoio da Federação das Indústrias do Estado de Alagoas e Jó Pereira.

Salve!