Ao fazer uma gravação no Palco do São João de Maceió, o prefeito Rodrigo Cunha haveria de saber que agia contra a lei.
Ora direis: - Que lei?
A eleitoral, que se é desconhecida em Alagoas, e basta ver a campanha eleitoral nas ruas de todas as cidades do interior, ainda está vigente no resto do país.
O artista contratado (Gustavo Lima) pela prefeitura – por R$ 1,5 milhão – poderia gravar em qualquer lugar sua fala de apoio a JHC, mas não num palco oficial, suponho.
Assim como Dantas, com seus pixes amostrados, Cunha há de sentir a mão pesada da Justiça Eleitoral de Alagoas.
Pode parecer pouco, mas para quem preza andar no trilho da lei, bem que dói.
