“Sou um soldado do partido”, “cumpro uma missão” – tudo isso é balela, quando se trata de um político profissional.

O discurso se repete agora, em ano de eleição, até porque aqueles que sabem que são escadas dos verdadeiros candidatos esperam ganhar algo mais na frente – e criam as versões que abrandam o papelão que desempenham.

Quem entra na briga pensando em vitória – para valer – não repete a cantilena tão antiga quanto essa prática do “missionário” político.

Não creia nessa história - é melhor acreditar em Papai Noel.

(Lembrando Machado de Assis, envelhecer sem dignidade é a última peça que a natureza prega no homem.)