Nos dias 3 e 4 de julho, às 19h, no Arte Pajuçara, será apresentado o espetáculo “Rafael e a Baleia”, da Cia LaCasa, que convida o público a embarcar em uma jornada poética marcada pela imaginação, pela delicadeza e pela descoberta. Voltada ao público infantil e familiar, a montagem une teatro, música e fantasia em uma experiência cênica sensível e emocionante, capaz de dialogar com crianças e adultos por meio de uma narrativa lúdica e profundamente humana.
Com texto de Leo Pimentel, o espetáculo acompanha as aventuras dos irmãos Rafael e Léo, duas crianças que compartilham o sonho de voar além da imaginação. Em meio a encontros fantásticos, canções e elementos simbólicos, a peça conduz o público a um universo de encantamento, memória e afeto, despertando reflexões sobre amizade, sonhos e pertencimento.
A direção geral é assinada pelo diretor londrinense Rogério Ferraz, que também responde pelo desenho de luz e pela concepção cenográfica. A direção de arte é de Irapuan Júnior, responsável pelos figurinos e adereços. A estética do espetáculo combina elementos visuais poéticos e contemporâneos, criando uma atmosfera mágica que potencializa a narrativa e amplia a experiência sensorial do público.
No elenco, a montagem reúne Gelly Silva, Ane Oliva, Alan Cardoso, João Victor Regis, Ton Farias e Gi Silva, em interpretações que transitam entre o humor, a fantasia e a emoção.
A trilha sonora original ocupa papel fundamental na construção dramatúrgica do espetáculo. A direção musical e os arranjos são assinados por Gama Junior, com composições de Gama Junior e Gi Silva. Os trabalhos de arranjos complementares, gravação e mixagem das trilhas foram realizados por Aldair Tomé, contribuindo para uma sonoridade sensível e cinematográfica que amplia o universo imaginativo da peça.
A produção executiva é de Ane Oliva e Abides Oliveira.
“Rafael e a Baleia” é um convite para fechar os olhos, abrir as asas da imaginação e mergulhar em um oceano de emoções. Um espetáculo que reafirma a força do teatro como espaço de sonho, memória e transformação, lembrando ao público que “somos os que se foram, vidas que vão e vêm, somos fragmentos de alguém”.
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