A primeira, lembremos, quando indagado sobre os R$ 61 milhões do banqueiro e mafioso Vorcaro.

A segunda - após a conversa entre ele e o “irmão” se tornar pública.

A terceira - ao dizer que só houve contato – o da grana suja - que teve com o comprador da República, mas se deparar, agora, com uma visita em domicílio.

A cada mentira, uma nova mentira.

O mais importante, porém: o dinheiro entrou.