“Essa situação não se sustenta. Ou então teremos muito calote no final da campanha.”
A declaração é de um candidato a deputado “espantado”, segundo ele próprio, com os valores que já envolvem as eleições deste ano – proporcionais, ressalte-se.
Ele contou que procurou - indicado por um colega - um suplente de vereador do Agreste para lhe propor apoio – claro, em troca de alguma ajuda.
- Ele me disse que me daria, garantido, 250 votos. Quando perguntou que tipo de ajuda ele precisaria, foi rápido no gatilho: R$ 250 mil.
O candidato, nome bastante conhecido na política local, desistiu e dispensou a “ajuda”.
- Eu preciso de 60 mil votos. A esse preço, teria que desembolsar uma fortuna que eu não tenho, e se tivesse não gastaria com isso.
Será que tem quem pague?
E com o próprio dinheiro?
