Em outros tempos, uma nota de solidariedade ou uma manifestação pública a um aliado apolítico seria o mínimo que se poderia esperar dos citados.
Fato é que, até agora, impera o silêncio do Palácio e do MDB, principalmente o dos Calheiros, de quem o petista é aliado – aqui e em Brasília.
Há de se imaginar que discordâncias políticas sejam normais na democracia. Se assim não fosse, Alagoas seria tão somente uma terra de coronéis políticos.
Detalhe: sindicalistas e líderes populares, por sua vez, já expressaram sua indignação com o fato – a cassação do mandato - e sua solidariedade com Paulão, um dos últimos históricos do PT em Alagoas.
