Acompanhar a trajetória mais recente dos dois é identificar rapidamente o que eles pretendem vender de imagem para o eleitorado: como tocadores de obras.

E, ressalte-se é algo que não foge da verdade visível, aquela que todos enxergam sem dificuldade – eles são, de fato, tocadores de obras.

É bem verdade que para uma faixa do eleitorado, pequena é verdade, gostaria de identificá-los como governantes humanistas, mas eles não dão sinais que é por essa ótica que veem o mundo e/ou o povo.

Seja por visão ideológica, seja por falta de formação intelectual, Filho e JHC investem nessa imagem – insistentemente.