O deputado federal do PL foi promotor público – da área criminal – e procurador-geral de Justiça, o que terminou lhe dando grande visibilidade.

Falando ao CMCAST sobre “o enriquecimento” de alguns personagens da área política aqui no Estado, ele ressaltou o papel das instituições que deveriam fazer a fiscalização do dinheiro público:

- É constrangedor o silêncio dessas instituições.

Ele cita, por exemplo, a comercialização de imóveis caros – R$ 15 milhões - em Alagoas como se estivéssemos “na feira do passarinho”.