Ao estilo, o ex-prefeito de Maceió vai se consolidando como o "mestre dos disfarces.

Sem ter uma identidade ideológica de direita, como a gente conhece no país, ele virou bolsonarista nas eleições de 2022, mas manteve o seu jeito de governar sem apontar na direção das minorias, por exemplo

Foi reeleito pelo PL, o partido mais à direita no Brasil, com um massacre sobre o MDB local - obteve 83% dos votos dos maceioenses.

Depois, criou um embate com a legenda da família Bolsonaro, desembarcou no ninho tucano e agora leva de volta Ronaldo Lessa, do PDT.

Ganha tempo de TV e ainda “apaga”  um tanto da imagem de direitista - o que não se identificou, no entanto, na sua gestão.

JHC tem a sua própria ideologia, baseada na sua visão personalista de política: passa a marchar, de novo, com Lessa - que vota em Lula -, o que aponta para um descarte de Arthur Lira e, provavelmente, de Alfredo Gaspar.

Lembrando que o novo dono do PL em Alagoas já disse - no CMCAST - que não marcha com JHC se ele fizer qualquer movimento à esquerda.

Está feito.