O senador Renan Filho já deu vários sinais – e aqui já tratamos a questão – de que não quer mesmo voltar para o governo do Estado, onde passem quase oito anos.

Entende que sua carreira política tende a deslanchar em Brasília a partir de agora. 

Voltando para cá perderia os espaços e relações que conquistou no Ministério dos Transportes e em Brasília, nos últimos quatro anos.

O Palácio República dos Palmares já recebeu esses sinais e não gostou nada.

Eis um pouco do difícil roteiro que Filho tem de cumprir para alcançar seus objetivos.

Seu compromisso número 1 é definir a reeleição do pai, provavelmente a última da carreira calherista paterna.

A segunda é romper o compromisso com a dupla Dantas/MV, formulado lá em 2022.

Conciliar o que parece inconciliável hoje é uma tarefa árdua, mas não impossível de ser cumprida.