Um prejuízo de mais de 12 milhões de reais colocou São Brás no centro de uma das maiores polêmicas da região. O rombo milionário, atribuído à gestão do ex-prefeito Marcos Sandes, segue causando indignação e levantando questionamentos que ecoam entre os moradores.
As denúncias apontam que valores foram descontados de servidores sem o devido repasse, deixando um passivo pesado para o município. O impacto foi devastador. A cidade chegou a enfrentar restrições no CAUC, ficando impedida de receber recursos do Governo Federal em um momento crítico para sua população.
A situação veio à tona de forma devastadora. Trabalhadores, ao buscarem a aposentadoria, passaram a receber comunicados informando a ausência desses recolhimentos em seus históricos. Paralelamente, o próprio município também foi notificado oficialmente por meio de dados da Receita Federal, confirmando inconsistências nos repasses.
Denúncias apontam que, durante a gestão de Marcos Sandes entre 2017 e 2020, servidores municipais tiveram valores descontados de INSS, FGTS e PASEP diretamente de seus salários sem que esses recursos fossem devidamente repassados aos órgãos competentes.
O prejuízo estimado ultrapassa R$ 12 milhões. Um rombo que compromete não apenas direitos individuais, mas a saúde financeira de toda a administração pública municipal.
Para evitar que os valores fossem debitados diretamente das contas da prefeitura, o que poderia paralisar completamente os serviços públicos, a atual gestão precisou judicializar a situação.
Como medida emergencial, foram realizados parcelamentos da dívida, estratégia necessária para retirar o município do CAUC e restabelecer a capacidade de firmar convênios e receber recursos federais.
