O episódio é deprimente e soa como um epitáfio da chamada sociedade civil organizada.
A eleição de Bruno Toledo como conselheiro do TC, “anunciada” há pelo menos dois anos, em substituição ao pai dele, não gerou a mínima reação da chamada sociedade civil organizada – tampouco dos partidos e das instituições encarregadas de fiscalizar o poder público.
Ressalto: não pela figura de Bruno Toledo, especialmente, mas pelo contexto. Quando se imaginava que a “eleição” de Renata Calheiros pudesse ser a marca definitiva da falência ética do TC, eis que o próximo passo levou ao fundo do poço.
O episódio é deprimente em si e soa como um epitáfio da chamada sociedade civil organizada.
