É claro que para o deputado, bem melhor seria a prorrogação da CPMI do INSS, na qual ele ganhou projeção nacional – inegavelmente.

O STF não deixou. 

Não se pode dizer que o que se apurou até agora foi inútil, embora tenha ficado claro que havia um esforço, sim, de se chegar ao Lulinha (do Lula), que deve ser enquadrado, se culpa tiver.

A investigação da PF demonstra, entre outros pontos, que o pai do rapaz não se esforçou para deixa-lo na penumbra, pelo menos na investigação policial.

Os excessos também são notáveis, inclusive de Gaspar ao “enfiar” o dedo no nariz dos inquiridos, mesmo que pareçam estupidamente culpados. Os vazamentos, seletivos, também fazem parte do mau comportamento dos “rapazes” mais malvados da comissão.

Lamentável é que a questão – prorrogação ou não – seja decidida pela Justiça, que já tem seus males internos para curar e não o faz.

Se querem saber, eis a minha opinião: Alfredo Gaspar sai muito maior da CPMI do que entrou.