Representantes do comércio, prefeitura de Arapiraca e representantes da Equatorial reuniram-se para discutir o andamento das obras de modernização do Centro Novo, na região que compreende as praças Manoel André e Bom Conselho e a rua Aníbal Lima.
A Associação do Centro Novo (ACENA), o Sindilojas Arapiraca e empresários da região solicitaram o encontro devido as quedas de energia e ao receio que, na substituição da fiação elétrica aérea pela subterrânea, o comércio passe um longo período às escuras.
"Sem energia, não tem como vender. O comércio para. Além das quedas que acontecem com uma certa frequência, ficamos preocupados que nesta etapa de realocação da fiação, o comércio fique por um longo período sem energia", explica o presidente do Sindilojas, Wilton Malta. Durante a reunião, a entidade se comprometeu em fazer uma pesquisa junto aos estabelecimentos localizados no Centro Novo para definir as demandas de energia de cada um deles.
A intenção é evitar problemas como os enfrentados pelos estabelecimentos da Praça Marques da Silva, que também possui rede de energia subterrânea. Os dutos não conseguem atender o aumento natural da demanda e acabam provocando quedas de energia, que causam prejuízo aos empresários.
A reunião contou com as presenças dos secretários municipais Roany Izidoro, de Infraestrutura; Fabiano Lúcio, de Iluminação Pública; e Rosa Lira, do Meio Ambiente, que informaram que até o final de maio a etapa de alvenaria da reforma deve ser concluída. Além deles, empresários do comércio e representantes da Equatorial Alagoas buscaram chegar a um consenso para reduzir os transtornos provocados pela obra.
"A ansiedade é grande dos empresários que clamam por um centro revitalizado o mais rápido possível, até porque em breve está chegando o Dia das Mães, que é o segundo melhor momento do comércio no ano. Também sem esquecer a zona azul, que é um grande desejo os empresários para aumentar o movimento do comércio. Sabemos que é um propósito do prefeito Luciano Barbosa, que a gente espera que seja instalado o mais rápido possível", declara Cláudio Jr, presidente da ACENA.
Após caminhar pelo comércio, a secretária de Meio Ambiente Rosa Lira flagrou o descarte irregular de resíduos na rede de escoamento de águas pluviais. De imediato ela acionou sua equipe para investigar a origem do crime ambiental e tomar as providências para sanar a irregularidade.

