Neste domingo, 8 de março, é celebrado o Dia Internacional da Mulher, uma data que convida à reflexão sobre conquistas, desafios e caminhos para ampliar a presença feminina em todas as áreas da sociedade. Na Secretaria de Estratégias Disruptivas e Economia Digital de Maceió (Sedigi), essa discussão ganha um significado especial: ali, mulheres ocupam a maioria dos postos e ajudam a conduzir projetos que conectam tecnologia, inovação e inclusão social.
Enquanto no Brasil as mulheres representaram, em 2024, 34% da força de trabalho na área de Tecnologia da Informação e Comunicação, segundo dados da Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), a realidade da Sedigi aponta para um cenário mais diverso. Na secretaria, 62% da equipe é formada por mulheres (15 de 24 pessoas), um percentual que demonstra como a presença feminina pode ser protagonista também em um dos setores historicamente mais masculinizados do mercado.
Mais do que números, essa presença se traduz em trajetórias, ideias e projetos que impactam diretamente a cidade. Nos bastidores da transformação digital de Maceió, cada uma dessas profissionais contribui para construir políticas públicas que ampliam oportunidades e aproximam a tecnologia da população.

Para a subsecretária Laura Mesquita, a presença feminina na tecnologia traz sensibilidade e novas possibilidades de olhar para os desafios da cidade. Foto: Winicius Correia / Ascom Sedigi.
Para a subsecretária de Estratégias Disruptivas e Economia Digital de Maceió, Laura Mesquita, ampliar a presença feminina na tecnologia também significa enriquecer a forma como os problemas da cidade são analisados e solucionados.
“A presença das mulheres na transformação digital de Maceió é muito importante porque traz sensibilidade, novas ideias e diferentes formas de olhar para os desafios da nossa cidade. Neste Dia da Mulher, deixo um incentivo para que mais mulheres confiem no seu potencial e ocupem cada vez mais espaços na tecnologia e na inovação”, destacou Laura.
Essa transformação também é percebida por quem viveu de perto a realidade da desigualdade de gênero na área. A coordenadora de serviços digitais Nicolle Alencar lembra que, durante sua graduação em Tecnologia da Informação, muitas vezes era a única mulher na sala de aula.
“Hoje, olhar ao redor e ver tantas mulheres trabalhando com ciência, tecnologia e inovação é algo muito significativo para mim. Não é apenas sobre ocupar um espaço profissional. É sobre mostrar para meninas e mulheres que elas podem estar onde quiserem”, enfatizou Nicolle.

A coordenadora de serviços digitais Nicolle Allencar viveu de perto a desigualdade de gênero na tecnologia. Foto: Winicius Correia / Ascom Sedigi
A inovação também ocorre pela forma como os projetos e iniciativas da secretaria chegam até a população. À frente da comunicação institucional da pasta, a diretora Raphaela Menezes destaca que tornar a inovação acessível às pessoas é parte fundamental desse processo.
“Contribuir para a transformação digital de Maceió também significa construir pontes entre a inovação e as pessoas. Na comunicação da secretaria, buscamos mostrar que tecnologia não é algo distante, mas uma ferramenta real de inclusão, desenvolvimento e oportunidades para a cidade. Como mulher, também vejo isso como uma forma de ocupar espaços e inspirar outras mulheres a acreditarem que podem fazer parte dessas transformações", explicou Raphaela.

Fábia Daniel ressalta preocupação da gestão com a igualdade de gênero na Prefeitura de Maceió. Foto: Winicius Correia / Ascom Sedigi.
A assessora jurídica Fábia Daniel destaca que ocupar espaços na tecnologia também significa romper com estruturas históricas de desigualdade. “Durante muito tempo, a tecnologia foi vista como um território predominantemente masculino. Estar aqui hoje é participar da quebra desses estereótipos. Nesta gestão, vemos uma busca real por igualdade de gênero, com uma visão inovadora e disruptiva que abre caminhos para que mais mulheres ocupem esses espaços”
Na prática, os projetos desenvolvidos pela secretaria também refletem essa preocupação com a inclusão. Programas como o Tech Massa e o Capacita Maceió ampliam o acesso à formação tecnológica e ao empreendedorismo digital, beneficiando diretamente muitas mulheres da cidade.

Marina se orgulha ao ver que os projetos da Sedigi mudam as vidas de diversas mulheres de Maceió. Foto: Winicius Correia / Ascom Sedigi.
Para a assessora de apoio Marina Cosme, ver esses resultados é motivo de orgulho. “É muito gratificante perceber que iniciativas da secretaria têm ajudado mulheres a entrar no mercado de trabalho ou até a abrir o próprio negócio. A tecnologia pode ser uma ferramenta poderosa de autonomia e independência.”
Para Luciane Cedrim, coordenadora de Infraestrutura e Tecnologia da Informação, a presença feminina na área é também um convite para que outras mulheres se reconheçam nesse universo.
“Ser mulher na tecnologia é atravessar barreiras e, ao mesmo tempo, ajudar a construir o futuro. Minha mensagem para outras mulheres é simples: não duvidem de si mesmas. A tecnologia precisa da nossa visão, da nossa criatividade e da nossa capacidade de transformação”, afirmou Luciane.
A história da transformação digital de Maceió é escrita diariamente pelo trabalho e dedicação das servidoras da Sedigi: Laura Mesquita, Raphaela Menezes, Mônica Freitas, Tatiane Boia, Mariana Oliveira, Marina Cosme, Fábia Daniel, Rosângela Maria, Luciane Cedrim, Paula Leite, Renata Cavalcanti, Nicolle Alencar, Bruna Prates, Sandra Beatriz e Amanda Mendonça.










