Subtítulo: Insatisfação com gestão Galvão cria campo fértil; nova frente política, unindo juventude e experiência, surge como ameaça real ao poder estabelecido. A batalha por 2028 já começou.
Jundiá, Alagoas – Um silêncio político que durava anos acaba de ser quebrado por um estrondo. A cidade, há tempos mergulhada em um clima de desânimo e queixas contra a administração do prefeito Jorge Galvão, viu nascer nesta semana a mais forte e perigosa ameaça ao status quo. A aliança estratégica entre o jovem advogado Hugo Braga e o experiente ex-prefeito Beroaldo Rufino não é um mero conchavo: é a declaração de guerra que a oposição aguardava.
Enquanto o mandato de Galvão é sinônimo, para muitos moradores, de abandono, estagnação e promessas vazias, a nova frente surge com a promessa audaciosa de ser o antídoto. Braga, com seu pulso firme e discurso que cativa a juventude e os profissionais, une forças com Rufino, cujo histórico à frente da prefeitura é lembrado por obras concretas e um trânsito respeitado nos corredores do poder. Juntos, formam uma máquina política quase perfeita: a força de renovação somada ao peso da tradição administrativa.
"Jundiá não pode esperar mais. Estamos unindo o melhor do novo e do antigo não para fazer política, mas para resgatar uma cidade que está sendo deixada para trás", disparou Braga, em um dos primeiros encontros públicos da dupla. A mensagem é clara e direta: o atual comando falhou, uma gestão mergulhada em falhas propostas, processos administrativos fraudulentos e manobras políticas escondidas por trás de cortinas de desilusões, essa é a verdade que a oposição vai mostrar nesses dias, quem é Jorge Galvão , o falso gestor que é marionete de Felipe de Jorge.
A jogada é um xeque-mate na apatia. A entrada de Beroaldo Rufino na articulação não é um apoio simbólico; é a chave que destrava portas. Sua experiência é o carimbo de credibilidade que faltava ao projeto, atraindo para a órbita de Braga nomes importantes, descontentes e até antigos aliados de Galvão que hoje se veem desiludidos. "É a construção de um exército da mudança", define um veterano observador político local. "Rufino abre os quartéis, Braga recruta as tropas."
A insatisfação popular, até então um ruído surdo, agora encontra um megafone de alta potência. A gestão Galvão, marcada por problemas crônicos em saúde, educação e infraestrutura, passa a ter um espelho crítico e organizado. A cada buraco na rua, a cada posto de saúde fechado, a cada obra parada, a nova aliança terá um argumento.
O horizonte é 2028, mas a batalha pelo imaginário da cidade começa hoje. Enquanto a prefeitura tenta apagar incêndios diários, Hugo Braga e Beroaldo Rufino constroem, tijolo a tijolo, a narrativa da alternativa viável. Eles não estão em campanha eleitoral; estão em uma campanha de ocupação – de espaços, de mentes e do debate público.
A pergunta que paira no ar já não é se a reeleição de Jorge Galvão está ameaçada, mas quão grande será o terremoto que essa nova força poderá causar. Jundiá acordou para uma nova realidade política: a era da oposição fragmentada acabou. No seu lugar, surge uma força unida, com rosto jovem e passado sólido, determinada a virar o jogo.
A cidade está dividida entre um presente de frustração e um futuro de expectativa. A corrida para 2028 já saiu da linha de partida, e o atual prefeito olha para o retrovisor vendo, pela primeira vez, uma ameaça real e unida no horizonte.









