Quem é o personagem?
Davi Davino, que se apresenta nas pesquisas mais sérias como o único concorrente, entre os anunciados, capaz de incomodar na disputa por uma das duas vagas.
Como já dissemos aqui, e não é a só a minha opinião, Renan Calheiros e Arthur Lira estão com as mãos nas duas cadeiras em disputa.
Alimentam a falsa impressão de que são “inimigos de ferro e fogo”, mas o que temem não é um ao outro – é que o enxerido se meta nessa briga sem ser chamado.
Assim, se atacando e fazendo cena, eles mantêm as tropas unidas pelo “ódio ao inimigo”, mobilizados na campanha e evitam que um terceiro incomode o que – para eles – está escrito nas estrelas.
E Davino?
Já disse que não abre nem para um trem, mas precisa garantir legenda para a disputa.
Individualmente, Lira quer conversar com ele para convencê-lo a desistir de entrar nessa “briga”.
Calheiros quer chegar ao ex-deputado através de Marcelo Victor, que foi o padrinho da sua candidatura a prefeito de Maceió – e quase chega lá.
