Não é fácil desempenhar o papel de relator da CPI do INSS, a que o deputado federal Alfredo Gaspar ser propôs assumir.
De um lado, ele nega um suposto acordo com o governo Lula, também interessado diretamente na investigação sobre o rombo de mais de R$ 6 bi no bolso dos aposentados (ver declaração de Davi Davino, aqui no CM).
Por outro lado, e não sem razão, a desconfiança é mesmo dos aliados do Planalto, que enxergam em Gaspar um braço do bolsonarismo na comissão mista.
Só ele, e com o tempo, pode mostrar quem tem razão e/ou não tem.
A vitrine pode ser muito boa, ou exatamente o contrário.