É impressionante como os dois grupos, um mais do que o outro, rejeitam a expressão “acordão de Brasília”, apresentando o “entendimento” entre os dois grupos políticos, antes rivais, como conversas maduras em nome do futuro de Alagoas.

Isso, bem sabemos, não existe.

Em política, o embate é parte natural, ainda que tantas vezes degenere para uma baixaria sem princípios e sem, e se há encontro entre as em permanente rota de colisão, seja qual for o nome que se dê, dará para definir em uma só palavra:  acordo.

Eu prefiro, no caso, acordão, pelo tamanho dos personagens envolvidos.

Há quem faça esse trabalho de negação de forma persistente, acreditando ou não no que diz, mas de quando em vez algum dos envolvidos resolve se manifestar, ainda que discretamente, para confirmar as negociações.

Ainda que o façam com elegância.