Foram horas de conversa tensa, ontem à noite em Brasília, sem que o quarteto chegasse a um acordo sobre os destinos da prefeitura de Rio Largo.

O deputado Marcelo Vitor, ressalte-se, participou do encontro a pedido da deputada Gabi Gonçalves, a quem ele prometeu defender na crise da administração municipal.

Ao que sabe, o prefeito resistiu às pressões e não admitiu mudar sua posição. 

É possível que ainda aconteça uma nova rodada de negociações?

Não antes de uma decisão da Justiça sobre a “carta de renúncia” do prefeito – que existe, o que não significa que vale, formalmente.

Até porque há sinais de que uma bomba pode explodir no meio do caminho (metafórica).