JHC, conclusão inevitável, tornou-se um dos gigantes da política alagoana, ao lado dos Renans, de Arthur Lira, de MV I (e único) e de Luciano Barbosa.
Com uma vantagem sobre todos do pacote acima: não se tornou alvo de ação policial, o que não parece pouco nas terras das Alagoas.
Em compensação, passou a ser alvo preferencial dos inevitáveis “inimigos”, como sói acontecer na atividade política. Não dá mais para dormir com os dois olhos fechados.
Tio Rafa?
Tornou-se mais conhecido, o que é importante para quem quer se profissionalizar na atividade política – e parece mesmo ser o caso.
Vai carregar na “sacola”, ainda por muito tempo, a mais acachapante derrota de um candidato do poder em Alagoas numa disputa em Maceió.
Além do mais, é comum entre os seus padrinhos – os Renans – o abandono após uma eleição na capital com resultado tão adverso e que eles apontam como culpado o candidato escolhido pelo clã de Murici.
Foi assim com Cícero Almeida, foi assim com Alfredo Gaspar – e todos os demais que vieram antes.
Ou seja: Tio Rafa terá agora que caminhar com as próprias pernas – e já sem a Secretaria de Educação, que Dantas deve tomar para o seu grupo (Kil Freitas?).
Pode avançar ainda?
Claro que sim, mas já sem as vantagens que teve e tinha.
