A Polícia Civil já tem um suspeito de ter descartado o artefato explosivo que deixou três pessoas feridas, na tarde desta segunda-feira (21), em uma área externa do Hospital Geral do Estado (HGE), no bairro do Trapiche da Barra, parte baixa de Maceió.
Em entrevista a TV Pajuçara, o delegado responsável pelas investigações, Nivaldo Aleixo, afirmou que a polícia as investigações do caso já foram iniciadas e que já tem um suspeito. Segundo o delegado, uma testemunha contou em depoimento que um homem teria deixado o artefato explosivo no local há cerca de 15 dias.
Ainda segundo o delegado, conforme o relato da testemunha, o suspeito de deixar a bomba no local teria se escondido da cavalaria da Polícia Militar, que fazia a segurança da região durante um jogo que ocorria no Estádio Rei Pelé. O suspeito acabou escondendo o artefato em meio as árvores e, conforme a testemunha, teria sido preso posteriormente.
"Estamos tentando identificar o agente policial que efetuou a prisão para saber quem é essa pessoa que pode ter deixado o explosivo no local", disse o delegado à TV.
Nivaldo Aleixo contou que a bomba teria explodido após o funcionário de uma empresa terceirizada de limpeza tê-la encontrado e a jogado no chão.
A vítima que não teve a identidade divulgada teve a mão amputada devido à explosão. Outros dois trabalhadores da empresa terceirizada prestadora de Serviços Gerais ao hospital também ficaram feridos e tiveram apenas arranhões superficiais.
Esse é o segundo caso com as mesmas características registrado em apenas dez dias na capital. No dia 10 deste mês, um catador de recicláveis de 50 anos perdeu uma das mãos depois que uma espécie de bomba caseira explodiu no momento que ele trabalhava, na Rua Costa Leite, no Centro.
