Em Jundiaí, interior de São Paulo, um eleitor será investigado pela Polícia Federal por suspeita de ter usado cola plástica em uma urna de votação.
O eleitor usou uma cola instantânea para colar as teclas de número 1 e 3 da urna. Ação ao que informados por mesários do da sessão 170 da Escola Professor João Batista Curado, foi para impedir votos no candidato Lula.
Ação aconteceu logo no início da manhã deste domingo de votação pelo horário das 9h30
Dois juízes eleitorais e um promotor de Justiça estiveram no local. O eleitor responsável pela situação ainda não foi identificado.
Por fim agentes do Justiça Eleitoral regional tiveram que substituir a urna para manter o sistema de votação em fluxo.
Danificar urna eletrônica de votação nas eleições é crime
Muitas pessoas não sabem, mas danificar uma urna de votação é crime eleitoral. A pessoa que cometer o ato pode ser presa pelo período de 5 a 10 anos.
A punição ocorre conforme o segundo o art. 72, inciso III, da Lei 9.504/97, do TSE que diz: “causar, propositadamente, dano físico ao equipamento usado na votação ou na totalização de votos ou a suas partes”.
A escola Professor João Batista Curado fica no Jardim Tarumã. Por fim o TSE informou que essa não é uma situação única, em outras eleições situações semelhares foram registradas em diferentes lugares do Brasil e os eleitores foram identificados e punidos.










