Desde que Cícero Amélio foi aposentado pelo ex-governador Renan Filho, em agosto de 2020, que a cadeira vazia do TC virou objeto do desejo de vários conhecidos personagens da política local.

A questão parece emperrada na justiça - só que não: ela só se resolverá após a eleição para o governo do Estado.

Pode servir como prêmio de consolação (para Paulo Dantas?) ou de compensação pelos serviços prestados ao grupo de Marcelo Victor - que vai escolher o dono na cadeira assim como escolheu o governador-tampão.

Ora direis: poderia servir para iniciar uma mudança de conteúdo e de qualidade no Palácio de Vidro da Fernandes Lima.

E eu vos direi, no entanto: enquanto houver a escolha sem mérito, nada há de mudar por lá.