As obras do Projeto Renasce Salgadinho mudaram o tráfego de veículos na região da Avenida da Paz, no Centro de Maceió. A implantação da rede de esgotamento sanitário, interditou total e parcialmente muitas vias, o que tem gerado congestionamento no trânsito. 

Com o auxílio de uma estação elevatória central, que será implantada no Vale do Reginaldo, os tubos irão canalizar os efluentes até o emissário submarino, localizado na Praia da Avenida.

A assessoria de Comunicação informou que em continuidade às obras, desde a sexta-feira (8), um trecho da Avenida Humberto Mendes, no bairro Poço, que vai da Foz do Salgadinho até a linha férrea, está totalmente interditado, no período diurno das 7h às 17h. A etapa da obra deve durar 30 dias.

Após a conclusão deste trecho, os trabalhos serão iniciados na mesma via, mas após a linha férrea (próximo a uma borracharia) até o Viaduto Ib Gatto Falcão, também com previsão de mais 30 dias de intervenções. 

Clique aqui e confira as rotas alternativas. 

Para que os serviços fossem executados, uma equipe composta por mais de 35 profissionais trabalhavam no período diurno, das 7h às 17h. A região que recebeu as intervenções contou com isolamento e sinalização do local, atendendo, assim, a todos os protocolos de segurança operacional.

Sinalização foi implantada na via para garantir segurança operacional durante a obra. Foto: Júnior Bertoldo/Secom Maceió

“Com diversas frentes de trabalho, estamos dando celeridade para a maior obra de esgotamento sanitário já vista em Maceió, que também irá garantir a requalificação ambiental do Riacho Salgadinho e outros que compõem a bacia hidrográfica. Nesta semana, concluímos a etapa da implantação dos tubos na Praia da Avenida, e agora, iremos iniciar novas intervenções de reurbanização e recuperação de um trecho da orla, que compreende da foz do riacho, até a frente do antigo prédio da TIM, que antes estava totalmente esquecida”, adiantou o coordenador do Programa Maceió Tem Pressa, Marcelo Maia.

Renasce Salgadinho 

O Projeto Renasce Salgadinho está orçado em R$ 76,4 milhões, e os recursos são fruto de um empréstimo da Companhia Andina de Fomento (CAF). Além de garantir uma requalificação ambiental, o projeto conta ainda com mais de 20 intervenções, beneficiando assim, mais de 300 mil maceioenses.

*Com assessoria