De volta ao PTB e quase concluindo o segundo mandato de senador, Fernando Collor ainda é só mistério sobre o rumo político que irá seguir nas eleições de 2022.
Encontros e reuniões dos atuais personagens da polítia alagoana ocorrem e são, não todas, divulgadas.
Renan Filho, Paulo Dantas, Marcelo Victor, entre outros, de um lado. Do outro, João Caldas, Arthur Lira, Davi Davino. Tem ainda Rui Palmeira filiando vereadores. Fotos são divulgadas nas redes sociais.
Já Collor tem investido em eventos em Brasília com o presidente Bolsonaro ou sobre o seu mandato.
Por isso já há quem aposte sobre o futuro dele: será candidato á reeleição, a governador, a deputado federal, ou não será nada?
Só Fernando Collor sabe.
Mas ainda há tempo.
De acordo com pessoas próximas a ele, passado o período permitido pela legislação para os políticos trocarem de partido, a próxima etapa vai até as convenções partidárias - de 20 de julho até 5 de agosto -, para o registro das candidaturas.
A avaliação é que Collor de Mello sabe que não precisa preparar nenhum projeto, porque de todos os nomes postos é o mais conhecido, seu nome está no subconsciente da população, ainda tem base eleitotal, embora tenha rejeição alta. Além de tudo isso, campanha eleitoral também é feita na rua, no meio do povo.
Enquanto parte do mundo político aposta sobre o futuro do senador Fernando Collor, ele segue nas redes sociais. Dessa vez, informa que foi designado relator da PEC que trata do piso salarial dos agentes comunitários de saúde e de combate às endemias. Foi ele quem criou essa carreira em 1991.
Clique aqui e assista.
