A pesquisa do Instituto DataSensus confirma que unir o nome de um candidato ao do governador Renan Filho (MDB) e ao do ex-presidente Lula eleva as perspectivas de vitória. (Clique aqui e leia a pesquisa publica no CM nesta terça-feira,1, que na estimulada dá 51,2% das intenções de votos para Lula, em Alagoas, contra 25,6% de Bolsonaro) .

Já segundo o levantamento publicado pelo Cada Minuto nesta quarta-feira, 2, 56% dos entrevistados desaprovam o governo Jair Bolsonaro.  

E o de Renan Filho é aprovada por 61%, uma diferença 'estratosférica'. Embora faltem oito meses para a eleição, começo a acreditar que esse quadro tende a não se alterar (leia aqui)

O que fica claro a partir desse levantamento é que o governador, além de também ser o puxador de votos de Lula no Estado - com quem se reuniu semana passada e divulgou as fotos do encontro -, será decisivo ao indicar o seu sucessor porque também deverá ser o do ex-presidente.

A eleição local deverá debater a continuidade das obras de Renan Filho, o apoio a Lula como significado de união nacional, e a derrota de Bolsonaro representando o fim de um presidente sem empatia com o povo e incapaz de governar.

Assim, o apoio do governador e do ex-presidente será decisivo em Alagoas. 

Para perder também, especialmente na disputa majoritária, inclusive para o Senado, caso de Collor, que já se abraçou a Jair Bolsonaro como o seu candidato.

EM TEMPO - 1 - Também existem candidatos que lá em Brasília, nas votações no Congresso, aprovaram pautas bolsonaristas e quando desembarcam em Alagoas silenciam sobre a clara aliança.

2 - Falta apenas uma pesquisa registrada mostrar a capacidade de transferencia de votos de Renan e Lula para os seus candidatos. Claro que tal levantamento para consumo interno já existe.

3 - Mas tudo tem a sua hora, explicam fontes palacianas. Tudo indica que alguns dados serão liberados a conta gotas, a partir da eleição de Paulo Dantas (MDB), líder da maioria no Legislativo, pela Assembleia, para substituiir o governador Renan Filho.