O secretário George Santoro, da Fazenda, pode até não ficar no governo tampão de Paulo Dantas, mas tem se revelado um político de vocação.
Até mesmo os seus colegas mais vetustos não se cansam de ressaltar a qualidade de militante digital do titular da Fazenda.
Se fora do teclado ele já pontua, e muito bem, entre os deputados – com direito a beijinho de gratidão -, quando está entre quatro paredes (?), ele se torna um artilheiro dos embates imemoriais: ataca com fúria e desconhece o medo ao adversário do momento.
Já foi assim com Collor, com JHC, com Lira e, pelo andar do Panzer, vai além, até onde for preciso.
Entendendo que a “guerra do face” é uma brincadeira de adolescente muito apreciada pelos adultos de hoje.