Íntimo da família Bolsonaro, Fabrício Queiroz virou um símbolo do padrão moral real do governo Bolsonaro, na sua primeira fase. 

Operador da “rachadinha” de Flávio Bolsonaro – de quem foi assessor na Assembleia do Rio de Janeiro -, fugiu como pode da Justiça, até ser beneficiado por uma mão amiga no poder (em todos os poderes).

Hoje vive no bem-bom, que ninguém é de ferro, principalmente se conta com o “vil metal”.

Marcelo Queiroga foi um achado para o presidente Bolsonaro, na segunda fase do seu governo - de que virou símbolo. Cardiologista na Paraíba, presidente de uma associação classe, chegou ao Ministério da Saúde replicando a política de negação do governo em relação à covid-19.

Hoje se notabiliza por ser uma dos maiores bajuladores do “cientista” Jair, seu chefe e orientador nas artes da Saúde.

Queiroga tornou-se um fugitivo das boas práticas em Saúde Pública – só ouve a voz do dono - e da Anvisa, a agência governamental que demonstra e prova a necessidade de instituições de Estado, independentes e competentes no que fazem.

Como Queiroz, Queiroga não deve ser lembrado no futuro como símbolo da virtude, da moral e do respeito ao próximo – como propagam os da turma deles. Estará identificado no capítulo dedicado à lambança.

Lembrando Machado de Assis (a frase é mais ou menos assim): Envelhecer sem dignidade é a última peça que a Natureza prega ao homem.