Há neste final de ano um festival de pesquisas eleitorais no mercado político local.
Evidentemente, algumas empresas nacionais – mas não todas -, têm credibilidade e não se arriscam a passar vexame.
Como o que aconteceu com a Brasmarket, que colocou Bolsonaro à frente de Lula há dez dias: 34,8% a 19% - contrariando todos os demais institutos de pesquisa do país.
Produzir “o retrato do momento” com o rosto do contratante – ou de um “amigo” - em destaque apenas desmoraliza uma atividade que sempre provocou polêmica, ainda que exercida com honestidade e alguma ciência (estatística).
Na verdade, essa brincadeira se repete com o único objetivo de produzir material para as redes sociais - como propaganda dirigida aos incautos e só.
É uma pena. Os profissionais sérios, também nesse caso, terminam por ser contaminados pelos caçadores de níqueis.
Seria melhor que estes esperassem a aprovação do projeto que legaliza os jogos de azar (que Arthur Lira teima em votar).