É a disputa pela vaga de desembargador “por merecimento”, uma das três criadas recentemente.

Inicialmente, vamos à vaga por antiguidade: ela será ocupada, sem questionamento, pelo juiz Orlando Rocha, que deve tomar posse ainda este mês.

Na próxima semana, na última sessão administrativa do Tribunal de Justiça, o nome dele será aprovado por seus pares. Apenas uma questão formal.

Já a cadeira a ser ocupada pelo critério de “merecimento”, tem conhecidos embates, e os bastidores estão fervilhando, apesar de que só será definida após a primeira quinzena de janeiro do próximo ano, quando o Judiciário voltar do recesso.

Há outros nomes na corrida além dos que seguem, mas não estão entre os favoritos. 

Os que brigam: Manoel Cavalcante, Ivan Brito, Antônio Bittencourt, Antônio Emanuel Dória e José Cícero da Silva.

Os favoritos (que não são imbatíveis)?

Os bastidores apontam: Manoel Cavalcante e Ivan Brito, que têm padrinhos fortes, um “merecimento” bastante considerado na disputa.

Não haveria constrangimento no TJ, em função dos acontecimentos recentes – ações na Corregedoria do TJ - envolvendo o nome de Ivan Brito?

“Zero”, diz um desembargador com bastante tempo de casa. Ele lembra que por lá já está Celyrio Adamastor, que virou manchete, recentemente, após operação da PF.

E mais:

A vaga do Quinto Constitucional, que também ficará para decisão o próximo ano, será uma maratona dividida em três fases – cada uma com seus obstáculos e “distâncias”.

Teremos tempo e farto material sobre o tema em 2022.