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Em mais uma entrevista à imprensa nacional, desta vez para a Rádio Band RS, de Porto Alegre, o governador Renan Filho conversou com o jornalista Sergio Stock sobre temas relacionados ao combate à pandemia da Covid-19 em Alagoas, entre eles a abertura dos templos religiosos, a aquisição da vacina Sputnik V e as medidas sanitárias, sociais e econômicas decretadas pelo Estado. 

O fato de Alagoas apresentar números confortáveis - principalmente se comparados ao restante do país - em relação à pandemia, tem atraído a atenção da imprensa nacional para o gestor. 

Nos últimos meses, para veículos como Uol, CNN Brasil, Valor Econômico, Rádio e TV Band News, o governador falou, entre outros assuntos, sobre as medidas que fizeram com que Alagoas fosse o único estado da federação cuja rede hospitalar não entrou em colapso, ocupando a  terceira posição no ranking nacional em dois importantes indicadores: o dos estados que apresentam menor taxa de óbito de Covid-19 por 100 mil habitantes e o dos que mais aplicaram as vacinas recebidas pelo governo federal.

“Estamos acompanhando com muito cuidado para dar passos com segurança”, disse Renan Filho à emissora gaúcha. “Essa pandemia é muito dura – e com o nível de contágio que está no Brasil –, rapidamente ela altera os indicadores. Você tem que ir controlando com muita serenidade e com muita parcimônia”, sublinhou. 

Sem “achômetro” e com equilíbrio

“Não há como combater uma pandemia sem evidência científica, no ‘achômetro’, tirando do bolso ou da cartola soluções para uma pandemia dessa natureza”, ponderou o governador, durante entrevista aos jornalistas Thaís Arbex e William Waack, da CNN Brasil, no dia 25 de março, quando lembrou que, a cada semana epidemiológica, o Governo analisa um conjunto de indicadores para emitir decisões e decretos.

Para Renan Filho, entre as variáveis do distanciamento social e do impacto econômico, há apenas uma constante na complexa equação forjada pelo vírus: salvar-vidas. “Aqui, em Alagoas, temos procurado equilibrar as coisas. Permitir que a economia siga funcionando ao ponto em que o Estado consiga oferecer leitos”, comentou Renan Filho, ao ser ouvido pela Jovem Pan, no dia 10 de março. 

“Se a ocupação aumenta, a gente aumenta também as medidas de isolamento, e ali vamos administrando para que ambos os lados tenham o menor impacto possível. Mas, se for pra escolher um só, é melhor escolher o da saúde”, completou.

Investimentos

Outro ponto abordado nas entrevistas concedidas, tanto a veículos locais quanto nacionais, são os investimentos promovidos pelo Executivo estadual, determinantes para o controle da pandemia em território alagoano. Primeiramente, na área da saúde, com o aporte de recursos para construção de unidades hospitalares, aquisição de insumos e equipamentos, aberturas de novos leitos e contratação profissional. Em seguida, com o repasse para a promoção do desenvolvimento social (Cartão CRIA) e o socorro financeiro na forma de isenção fiscal e abertura de linhas de crédito para estimular os setores produtivos da economia. 

Segundo Renan Filho, “ciência, bom senso e investimentos” é o tripé que sua gestão - incluindo a imprescindível participação de secretários, servidores estaduais e prefeituras municipais, além do apoio da população - vem utilizando para o combate à pandemia em Alagoas.  

“A gente precisa reforçar o espírito colaborativo dos municípios com os estados, com o Governo Federal; buscar uma interlocução nacional e respeitar as recomendações médicas e da ciência”, disse o governador, em maio de 2020, na entrevista ao jornal Valor Econômico. “Se não, no futuro, pode ser que o Brasil seja o país com o maior número de casos e de mortes no planeta”, previu na ocasião.